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dc.contributor.authorSantos, Luis Cláudio Almeidapt_BR
dc.date.accessioned2017-09-27T14:06:01Z-
dc.date.available2017-09-27T14:06:01Z-
dc.date.issued2014-11-13-
dc.identifier.citationSANTOS, Luis Cláudio Almeida. A polícia civil e a polícia militar como organizações autopoiéticas em face do direito juvenil e dos "mass media" : observações sobre o caso "Pipita". 2014. 349 f. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2014.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/6249-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectSociologia jurídicapor
dc.subjectPoliciaispor
dc.subjectMenorespor
dc.subjectEstatuto legal, leis, etcpor
dc.subjectComunicação de massapor
dc.subjectAutopoiesepor
dc.subjectDireito juvenilpor
dc.subjectMidiapor
dc.subjectAcoplamentopor
dc.subjectSociologyeng
dc.subjectPolicyeng
dc.subjectJuvenil laweng
dc.subjectMedia masseng
dc.subjectCouplingeng
dc.titleA polícia civil e a polícia militar como organizações autopoiéticas em face do direito juvenil e dos "mass media" : observações sobre o caso "Pipita"por
dc.typeTesepor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4706921869326979por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0813723097375085por
dc.contributor.advisor1Neves, Paulo Sérgio da Costapt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho analisa como a polícia civil e a polícia militar sergipanas trataram, simultaneamente, com base no direito e na mídia, um acontecimento que ficou conhecido como o Caso Pipita . Para tanto, descreve-se a participação da polícia civil no subsistema de direito juvenil, no tocante ao processamento de infrações atribuídas a adolescente em conflito com a lei penal. Além disso, mostra-se como as organizações policiais acopladas, polícia civil e polícia militar, integraram nos seus circuitos decisórios, as comunicações jurídicas e midiáticas. A pesquisa não está preocupada com os usos abertamente ilegais da polícia. A hipótese de trabalho é que a influência da imprensa e dos programas de direito sobre as organizações policiais está sujeita aos filtros das estruturas dessas organizações e aos seus processos internos contingentes de tratamento das comunicações sociais. A tese é que, apesar da conexão básica com o sistema político, a polícia civil e a polícia militar são organizações autopoiéticas, na medida em que as comunicações sistêmico-funcionais que as atravessam, inclusive as pressões do sistema político, são tratadas autorreferencialmente por essas organizações. A pesquisa empírica confirma ainda que a polícia civil e a polícia militar se distinguem nas três dimensões material, social e temporal. Do ponto de vista material, enquanto a polícia civil, orientada pela distinção investigação/inquérito, contribui para a semântica jurídica do crime e do adolescente infrator, a polícia militar está voltada para a semântica da crise, da prevenção da criminalidade e outros temas de segurança pública. No tocante à dimensão social, as distinções que prevalecem na polícia civil são delegado de polícia/ policial civil e policial civil/não policial civil. Já na polícia militar, as distinções mais relevantes são policial militar/não policial militar e oficiais/praças. Finalmente, na dimensão temporal, a polícia civil e a polícia militar têm modos próprios de temporalização. Pressionada pelo dilema entre a autoexigência de resultados confiáveis e os tempos processuais restritos, a polícia civil tem o seu modo de temporalização orientado pelo passado.Quanto à polícia militar, trata-se de uma temporalização focada no presente e no futuro. A lógica aqui é da escassez de tempo, da irreversibilidade dos fatos, da noção de risco iminente e da prevenção de comportamentos desviantes.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Sociologiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
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