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dc.contributor.authorSantos, Ane Caroline Celestino-
dc.date.accessioned2017-10-25T16:14:06Z-
dc.date.available2017-10-25T16:14:06Z-
dc.date.issued2017-02-24-
dc.identifier.citationSANTOS, Ane Caroline Celestino. Óleo essencial de Cymbopogon martinii e seu constituinte majoritário geraniol: Influência na mortalidade e comportamento de Apis mellifera (Apidae). 2017. 49 f. Dissertação (Mestrado em Agricultura e Biodiversidade)-Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/6775-
dc.description.abstractThe bees Apis mellifera are one of great economic and ecological importance because they are efficient pollinators in natural and agricultural environments. The recent decline of bee colonies around the world has been attributed to several causes, including the use of neonicotinoid insecticides. Despite this, the use of these products has increased in recent decades on a global scale. In an attempt to evaluate an alternative to the use of neonicotinoids, in this work we analyzed the effects of the essential oil of Cymbopogon martinii and its major compound on Apis mellifera bees. For this, the bees were exposed, by contact and ingestion, to C. martinii essential oil, geraniol and commercial insecticide imidacloprid, in order to evaluate the toxicity, behavioral and locomotion effects of bees treated with these compounds. The tests were conducted in the laboratory using individuals from A. mellifera. Our results showed that the highest toxicity occurs through the ingestion route and the imidacloprid causes higher mortality to the bees than the other treatments. Although there was no behavioral change (individual and collective) among individuals of the colonies, there was a significant reduction in the locomotion capacity of bees treated with imidacloprid. On the other hand, the bioinsecticides tested did not cause changes in the locomotion of the bees. Thus, our results corroborate the undesirable effects of imidacloprid already reported in the literature, and, above all, it points out the absence of sublethal effects of the essential oil of C. martinii and geraniol and its possible potential alternative to pest management.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEssências e óleos essenciaispor
dc.subjectGramíneapor
dc.subjectAbelhapor
dc.subjectTerpenospor
dc.subjectToxicologiapor
dc.subjectApidaepor
dc.subjectPalmarosapor
dc.subjectPolinizaçãopor
dc.subjectEfeitos subletaispor
dc.subjectTerpenespor
dc.subjectPolinizationpor
dc.subjectSublethal effectpor
dc.titleÓleo essencial de Cymbopogon martinii e seu constituinte majoritário geraniol : influência na mortalidade e comportamento de Apis mellifera (Apidae)pt_BR
dc.title.alternativeEssential oil of Cymbopogon martinii and its major constituent geraniol : influence on mortality and behavior of Apis mellifera (Apidae)eng
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Bacci, Leandro-
dc.description.resumoAs abelhas Apis mellifera apresentam grande importância econômica e ecológica por serem eficientes polinizadores em ambientes naturais e agrícolas. O recente declínio das colônias de abelhas em todo o mundo tem sido atribuído a diversas causas, dentre elas o uso de inseticidas neonicotinóides. Apesar disso, nas últimas décadas o uso desses produtos tem aumentado em escala global. Na tentativa de se avaliar uma alternativa ao uso dos neonicotinóides, neste trabalho analisamos os efeitos do óleo essencial de Cymbopogon martinii e do seu composto majoritário geraniol sobre as abelhas Apis mellifera. Para isso, as abelhas foram expostas, via contato e ingestão, ao óleo essencial de C. martinii, ao geraniol e ao inseticida comercial imidacloprid, a fim de avaliar os efeitos de toxicidade, alterações comportamentais e locomoção das abelhas tratadas com estes compostos. Os testes foram conduzidos em laboratório utilizando indivíduos de A. mellifera. Nossos resultados mostram que a maior toxicidade ocorre pela via de ingestão e que o imidacloprid causa maior mortalidade às abelhas do que os demais tratamentos. Embora não tenha sido observada alteração comportamental (individual e coletiva) entre os indivíduos das colônias, houve uma significa redução da capacidade de locomoção das abelhas tratadas com imidacloprid. Por outro lado, os bioinseticidas testados não causaram mudanças na locomoção das abelhas. Assim, nossos resultados corroboram os efeitos indesejados do imidacloprid já relatados na literatura, e, sobretudo, ressalta a ausência de efeitos subletais do óleo essencial de C. martinii e do geraniol e seu potencial como possível alternativa ao manejo de pragas.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Agricultura e Biodiversidadept_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIASpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Agricultura e Biodiversidade

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