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dc.contributor.authorCarvalho, Marilia Feitosa-
dc.date.accessioned2018-04-10T13:01:30Z-
dc.date.available2018-04-10T13:01:30Z-
dc.date.issued2014-09-12-
dc.identifier.citationCARVALHO, Marina Feitosa. Cadeia de comercialização de tunídeos no estado de Sergipe, Brasil. São Cristóvão, SE, 2014.Monografia (Bacharelado em Engenharia de Pesca e Aquicultura) - Departamento de Engenharia de Pesca e Aquicultura, Centro de Ciências Agrárias e Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/7692-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEngenharia de pescapor
dc.subjectPescapor
dc.subjectIndústria pesqueirapor
dc.titleCadeia de comercialização de tunídeos no estado de Sergipe, Brasilpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, José Milton-
dc.description.resumoA família Scombridae é composta por espécies que suportam uma importante atividade pesqueira em todo mundo, de forma artesanal (espécies dos gêneros Scomberomorus, Euthynnus e Sarda) e industrial (espécies dos gêneros Thunnus e Katsuwonus). No estado de Sergipe a pesca industrial destas espécies passou a ser praticada no final da década de 2000 por embarcações atuneiras que se deslocaram do Estado do Espírito Santo provocando um forte incremento da produção local. Ademais, embarcações locais, antes envolvidas na pesca de camarões, passaram a praticar esse tipo de pescaria, mudando o perfil da pesca no Estado. O presente trabalho objetiva a caracterização da cadeia de comercialização desses escombrídeos. Foram realizadas visitas aos municípios de Barra dos Coqueiros e Pirambu, locais de desembarque, para coleta in loco de dados e identificação das espécies, baseada na literatura específica que cita 9 espécies de escombrídeos para o Estado de Sergipe, destas foram identificadas sete e duas não citadas nos dados de produção: Acanthocybium solandri e Euthynnus alletteratus. A produção estadual dos tunídeos na última década aumentou 2730%, chegando a aproximadamente 314 t em 2011. Os exemplares são divididos de acordo com seu tamanho, onde os de pequeno e médio porte são comercializados nos locais de desembarque, enquanto os de grande porte são exportados para outros estados, tais como: Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A armação do barco custa cerca de R$ 2.460,00 a 15.000,00 reais por pescaria. Os recursos para a armação são gastos no próprio município. Além disso, são gerados em torno de seis empregos indiretos.pt_BR
dc.publisher.departmentDEPAQ - Departamento de Engenharia de Pesca e Aquicultura – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqENGENHARIASpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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