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dc.contributor.authorAraújo, Elton Jônathas Gomes de-
dc.date.accessioned2022-03-23T23:36:57Z-
dc.date.available2022-03-23T23:36:57Z-
dc.date.issued2021-01-27-
dc.identifier.citationARAÚJO, Elton Jônathas Gomes de. O que a penumbra permite ver: uma leitura da coletânea de contos João Urso, de Breno Accioly. 2021. 110 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/15206-
dc.description.abstractBreno Accioly (Santana do Ipanema/Alagoas, 1921 – Rio de Janeiro/Rio de Janeiro, 1966) entered the Brazilian literary scene in late 1944 with the short-story collection João Urso. Very well received by the critics, this work was highly praised in periodicals of the time. Authors like Mário de Andrade, José Lins do Rego, Lúcio Cardoso, Sérgio Milliet and Roger Bastide commented on Accioly's writing. In addition, the volume won the Graça Aranha award, from the Graça Aranha Foundation, and the Afonso Arinos award, from the Brazilian Academy of Letters. The writer, who had surrounded himself with renowned friends, such as Graciliano Ramos, Lêdo Ivo, Mauro Mota and Gilberto Freyre, was forgotten over the years. He published four other books, Cogumelos (1949, short stories), Maria Pudim (1955, short stories), Dunas (1955, novel) and Os Cata-ventos (1962, short stories), but none of them was as successful as his debut work. The present research focuses on João Urso (1944). In order to understand the importance of the said work and its writer to Brazilian literature, this study investigates the ten narratives that make up the volume. It is necessary, however, to present first the bio-bibliographical profile of the writer, whose notoriety escapes the contemporary reader, and, based on the typology established by Genette (2018), examine the four editions — and the entire paratextual elements (covers, preface, dedications and epigraphs) — that the work has won to the present date. For the analysis of narrative voices, the main topic of the second chapter of this dissertation, the foundation lies in the studies of Friedman (2002), Leite (1987), Carvalho (2012) and Dal Farra (1978). Finally, another goal is to investigate, in the short story “João Urso”, the characterization of the space from which the narrator sees and presents the main character of the narrative. This approach is supported by the studies of Brandão (2013), Lins (1976), Blanchot (2011) and Gomes (2008).eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectBreno Acciolypor
dc.subjectLiteratura Alagoanapor
dc.subjectEstudos paratextuaispor
dc.subjectEspaço literáriopor
dc.subjectLiterature from Alagoaseng
dc.subjectParatextual studieseng
dc.subjectLiterary spaceeng
dc.titleO que a penumbra permite ver: uma leitura da coletânea de contos João Urso, de Breno Acciolypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Pinheiro, Valter Cesar-
dc.description.resumoBreno Accioly (Santana do Ipanema/AL,1921 — Rio de Janeiro/RJ, 1966) estreou no cenário literário brasileiro no final de 1944 com a coletânea de contos João Urso. A obra, muito bem acolhida pela crítica, recebeu diversos elogios em periódicos da época. Nomes como Mário de Andrade, José Lins do Rego, Lúcio Cardoso, Sérgio Milliet e Roger Bastide comentaram sobre a escrita do contista. Além disso, o volume foi laureado com os prêmios Graça Aranha, da Fundação Graça Aranha, e Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras. O alagoano, que se cercara de amigos renomados, como Graciliano Ramos, Lêdo Ivo, Mauro Mota e Gilberto Freyre, caiu no esquecimento com o passar das décadas. Ele lançou ainda mais quatro livros, Cogumelos (1949, contos), Maria Pudim (1955, contos), Dunas (1955, romance) e Os Cata-ventos (1962, contos), mas nenhum deles obteve tanto sucesso quanto a obra de estreia. É sobre João Urso (1944) que se debruça esta pesquisa. Compreendendo a importância da obra e de seu escritor na literatura nacional, investigam-se neste estudo as dez narrativas que compõem o volume. Faz-se necessário, no entanto, apresentar preliminarmente o perfil biobibliográfico do escritor, cuja notoriedade escapa ao leitor atual, e examinar, apoiando-se na tipologia estabelecida por Genette (2018), as quatro edições — e todo o aparato paratextual (capas, prefácio, dedicatórias e epígrafes) — que a obra ganhou até o presente. Para a análise das vozes narrativas, trabalho que constitui o segundo capítulo desta dissertação, recorre-se aos estudos de Friedman (2002), Leite (1987), Carvalho (2012) e Dal Farra (1978). Intenta-se, por fim, investigar, no conto “João Urso”, a focalização do espaço a partir do qual o narrador vê e apresenta o protagonista da narrativa. Esta leitura ampara-se nos estudos de Brandão (2013), Lins (1976), Blanchot (2011) e Gomes (2008).pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Letraspt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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