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dc.contributor.authorSantos, Edilaine Alves da Silva-
dc.date.accessioned2022-05-20T23:01:00Z-
dc.date.available2022-05-20T23:01:00Z-
dc.date.issued2019-07-08-
dc.identifier.citationSANTOS, Edilaine Alves da Silva. Revestimentos comestíveis a base de alginato, amido de milho e fécula de mandioca na conservação pós-colheita do umbu (Spondias tuberosa) . 2019. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agroindústria) - Universidade Federal de Sergipe, Nossa Senhora da Glória, SE, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/15741-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectAgroindústriapor
dc.subjectRevestimentos comestíveispor
dc.subjectCarboidratos - Polissacarídeospor
dc.subjectUmbupor
dc.subjectSpondias tuberosapor
dc.subjectDesign expertpor
dc.subjectFormulações químicaspor
dc.subjectSoluções filmogênicaspor
dc.titleRevestimentos comestíveis a base de alginato, amido de milho e fécula de mandioca na conservação pós-colheita do umbu (Spondias tuberosa)pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Jane Delane Reis Pimentel-
dc.description.resumoO umbu é uma fruta nativa da região nordeste, que apresenta em sua composição carboidratos, proteína, cálcio, ferro, fósforo, vitaminas A, B1, B2, B3 e C. Sua vida pós colheita dura de dois a três dias em temperatura ambiente. Dessa forma o presente trabalho tem por objetivo o desenvolvimento e a avaliação de revestimentos comestíveis a base de alginato, amido de milho e fécula de mandioca sobre a vida de prateleira do umbu. Após colhidos os frutos foram submetidos às etapas de seleção, sanitização e secagem, depois foram imersos nas soluções filmogênicas por um minuto. Com o planejamento de mistura, foram definidos 10 tratamentos, com a repetição do ponto central. As formulações continham polímeros em concentrações variadas de 0 a 3%. Ao longo de 6 dias de armazenamento à temperatura ambiente foram analisados a perda de peso, cor (L, a e b) e análise sensorial (aparência e textura). Os SST, pH, ATT e ratio foram avaliados no primeiro e último dia de armazenamento. Dessa forma foi possível obter regressões lineares que demonstram que não houve diferença significativa entre os tratamentos para nenhum dos parâmetros avaliados, perda de peso, cor (L, a e b), aparência, textura, SST, pH, ATT e ratio, portanto, não sendo possível, estimar se os níveis de alginato, fécula de mandioca e amido de milho estudados tiveram efeito sobre a vida de prateleira do umbu. Todavia, ao se avaliar os atributos perda de peso, cor (L, a e b), aparência e textura, em conjunto no programa Design Expert foi gerada uma condição ótima de mistura dos revestimentos estudados, com a desejabilidade de 77%, indicou que a formulação com 0,59g/100g de alginato e 0,41g/100g de fécula de mandioca, melhor conservaria as características desejadas nos frutos. Por conseguinte, conclui-se que os carboidratos, nas concentrações utilizadas, não foram eficientes na conservação pós colheita do umbu a temperatura ambiente, dessa maneira um estudo de validação deve ser realizado posteriormente. Já que não foi possível realizar devido a condição de sazonalidade do fruto.pt_BR
dc.publisher.departmentNEAGROS - Núcleo de Graduação de Agroindústria - Nossa Senhora da Glória - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localNossa Senhora da Glória, SEpt_BR
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