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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMelo, Felipe Santiago de-
dc.date.accessioned2025-01-27T12:15:58Z-
dc.date.available2025-01-27T12:15:58Z-
dc.date.issued2024-10-28-
dc.identifier.citationMelo, Felipe Santiago de. O RAP e o mito da democracia racial. São Cristóvão, 2024. Monografia (licenciatura em História) – Departamento de História, Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/20862-
dc.description.abstractThis study aims to analyze the role of Brazilian RAP in deconstructing the myth of racial democracy, a concept that supports the false idea of racial harmony in Brazil. Through an analysis of lyrics from the albums Sobrevivendo no Inferno (1997) by Racionais MC's, Bluesman (2018) by Baco Exu do Blues, and Ladrão (2019) by Djonga, the research seeks to understand how RAP denounces social inequalities and structural racism in Brazilian society. Using the concept of structural racism as proposed by Silvio Almeida, the study examines how these musical works criticize hidden racism and advocate for a fairer and more equal society. The research indicates that, through music, RAP serves as a form of resistance, awareness, and social mobilization, contributing to the creation of a new historical narrative about racial relations in Brazil.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectHistóriapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectRAP (Música)por
dc.subjectRacismo estruturalpor
dc.subjectDemocracia racialpor
dc.subjectRacionais MC’s (grupo musical)por
dc.subjectBaco Exu do Blues (rapper)por
dc.subjectDjonga (rapper)por
dc.subjectStructural racismoeng
dc.subjectRacial democracyeng
dc.subjectRacionais MC'seng
dc.subjectBaco Exu do Blueseng
dc.subjectDjongaeng
dc.titleO RAP e o mito da democracia racialpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Fonseca, Mariana Bracks-
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo analisar o papel do RAP brasileiro na desconstrução do mito da democracia racial, um conceito que sustenta a falsa ideia de harmonia racial no Brasil. Através da análise das letras dos álbuns “Sobrevivendo no Inferno” (1997) dos Racionais MC’s, “Bluesman” (2018) de Baco Exu do Blues, e “Ladrão” (2019) de Djonga, busca-se compreender como o RAP denuncia as desigualdades sociais e o racismo estrutural presentes na sociedade brasileira. Utilizando os conceitos de racismo estrutural, conforme proposto por Silvio Almeida, o estudo examina como essas obras musicais criticam o racismo velado e reivindicam uma sociedade mais justa e igualitária. A pesquisa aponta que, através da música, o RAP exerce uma função de resistência, conscientização e mobilização social, contribuindo para a formação de uma nova narrativa histórica sobre as relações raciais no Brasil.pt_BR
dc.publisher.departmentDHI - Departamento de História – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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