Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24111
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSilva, Maria Aparecida Lopes da-
dc.date.accessioned2026-01-02T11:37:04Z-
dc.date.available2026-01-02T11:37:04Z-
dc.date.issued2025-07-31-
dc.identifier.citationSILVA, Maria Aparecida Lopes da. Educação, arte e resistência: o protagonismo feminino no movimento Hip Hop em Sergipe. 2025. 109 f. Dissertação (Mestrado em Educação) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24111-
dc.description.abstractThis dissertation investigates the female protagonism within the Hip Hop movement in Sergipe, Brazil, aiming to understand how experiences of resistance, education, and empowerment are constructed through the bodies, voices, and practices of these women. In light of this, the question that drives us is: how does female protagonism in the Hip Hop movement in Sergipe promote education, art, and resistance? The research is grounded in intersectionality as a key analytical framework, addressing how gender, race, and class shape the lives of the participants. Methodologically, the study adopts cartography and oraliture as ethical and aesthetic approaches to engage with six women from the local Hip Hop scene: Iza Negratcha, Dani DK, Mali, Reja and the collective As Bruxas do Cangaço, represented by Dani Bruxa and Pagu MC. Through the analysis of rap lyrics, life stories, and immersion in spaces of cultural expression, the study reveals that Hip Hop functions as a formative and pedagogical space, enabling reexistence and the production of knowledge from the margins. The findings show that, even in historically marginalized contexts, these women build support networks and develop educational actions that break silences, affirm identities, and expand possibilities for social transformation. The dissertation thus contributes to the recognition of Hip Hop as both a social and educational movement, and of women as key agents in constructing popular epistemologies.eng
dc.description.sponsorshipFundação de Apoio a Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe - FAPITEC/SEpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectHip-hop (Cultura popular)por
dc.subjectSergipepor
dc.subjectFeminismo hip-hoppor
dc.subjectRap (Música)por
dc.subjectResistência na artepor
dc.subjectResistência culturalpor
dc.subjectHip-hoppor
dc.subjectProtagonismo femininopor
dc.subjectInterseccionalidadepor
dc.subjectResistênciapor
dc.subjectFemale protagonismeng
dc.subjectEducationeng
dc.subjectIntersectionalityeng
dc.subjectResistanceeng
dc.titleEducação, arte e resistência: o protagonismo feminino no movimento Hip Hop em Sergipept_BR
dc.title.alternativeEducation, art, and resistance: female leadership in the Hip Hop movement in Sergipeeng
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Rosa, Acassia dos Anjos Santos-
dc.description.resumoEsta dissertação investiga o protagonismo feminino no movimento Hip Hop em Sergipe, com o objetivo de compreender como se constituem, nos corpos, nas vozes e nas práticas dessas mulheres, experiências de resistência, educação e empoderamento. Diante disso, a pergunta que nos move é: como o protagonismo feminino no movimento hip hop em Sergipe promove educação, arte e resistência? A pesquisa está ancorada na interseccionalidade como categoria de análise, considerando as dimensões de gênero, raça e classe que atravessam as vivências das participantes. Metodologicamente, adotou-se a cartografia e a oralitura como formas de aproximação ética e estética com seis mulheres da cena hip hop local: Iza Negratcha, Dani DK, Mali, Reja e o coletivo As Bruxas do Cangaço representadas por Dani Bruxa e Pagu MC. Através da análise de letras de rap, relatos de vida e inserção em espaços de atuação do movimento, o estudo revelou que o Hip Hop funciona como espaço formativo e pedagógico, promovendo práticas de reexistência e produção de saberes nas margens da sociedade. Constatou-se que essas mulheres, mesmo em contextos de exclusão histórica, constroem redes de apoio e desenvolvem ações educativas que rompem silêncios, afirmam identidades e ampliam horizontes de transformação social. A dissertação contribui, assim, para o reconhecimento do Hip Hop como movimento social e educativo, e das mulheres como agentes fundamentais na construção de epistemologias populares.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Educação

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
MARIA_APARECIDA_LOPES_SILVA.pdf1,22 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.