Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25278
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSantos, José Francisco dos-
dc.date.accessioned2026-07-07T12:04:58Z-
dc.date.available2026-07-07T12:04:58Z-
dc.date.issued2026-02-06-
dc.identifier.citationSantos, José Francisco dos. Relato do uso de microrganismos antagonistas no manejo do mal-do-pé (Gaeumannomyces graminis var. graminis; Ggg) em arroz irrigado. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Engenharia Agronômica) – Departamento de Engenharia Agronômica, Centro de Ciências Agrárias Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25278-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEngenharia agronômicapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectArroz irrigadopor
dc.subjectMal-do-pé (Gaeumannomyces graminis var. graminis)por
dc.subjectControle biológicopor
dc.subjectMicrorganismos antagonistaspor
dc.titleRelato do uso de microrganismos antagonistas no manejo do mal-do-pé (Gaeumannomyces graminis var. graminis; Ggg) em arroz irrigadopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Gagliardi, Paulo Roberto-
dc.description.resumoO arroz irrigado (Oryza sativa L.) é cultura estratégica para a segurança alimentar e apresenta importância produtiva no Brasil e em Sergipe, especialmente em áreas tradicionais como o Baixo São Francisco. Entretanto, a rizicultura é limitada por doenças, com destaque para o mal-do-pé, causado por Gaeumannomyces graminis var. graminis (Ggg), associado a lesões escuras na base do colmo e bainhas, amadurecimento precoce e redução de produtividade. Este trabalho teve como objetivo descrever e analisar o desempenho operacional do uso de microrganismos antagonistas ao fungo Gaeumannomyces graminis var. graminis no manejo do mal-do-pé em arroz irrigado em uma propriedade no Projeto Irrigado Betume, Pacatuba–SE (Lote 245; 3,6036 ha), com área sintomática estimada em 1,1 ha e intervenção em talhão de 1,64 ha. A metodologia foi descritiva e observacional, utilizando como variável quantitativa a produção total (kg) por safra e observações de sintomas em campo. A doença foi identificada inicialmente em 2020/2021, safra em que ocorreu a maior queda produtiva (de 36.310 kg em 2019/2020 para 28.200 kg; -22,3%). Na safra 2024/2025 realizou-se uma aplicação de microrganismos (Chromobacterium subtsugae, Saccharopolyspora spinosa e Bacillus subtilis), com dose de 2 L de multiplicado por 20 L de água, totalizando 180 L de calda, e registrou-se produção de 34.865 kg (-4,0% em relação ao período pré-doença), indicando recuperação gradual do sistema ao longo dos ciclos. Para 2025/2026, a estratégia foi repetida (Bacillus amyloliquefaciens e C. subtsugae), com safra em andamento. Conclui-se que o uso de microrganismos antagonistas se mostrou viável operacionalmente e coincidente com melhora do desempenho produtivo, porém sem permitir inferência causal devido às limitações do relato de caso (ausência de testemunha, repetições e quantificação padronizada de severidade). Recomenda-se padronizar armazenamento e aplicação, adotar manejo mais preventivo e estruturar estudos futuros com delineamento comparativo e monitoramento sistemático.pt_BR
dc.publisher.departmentDEA - Departamento de Engenharia Agronômica – São Cristóvão – Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOSSANIDADEpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
Aparece nas coleções:Engenharia Agronômica

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Jose_Francisco_Santos.pdf1,36 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.