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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFeitoza, Lucas Rafael Dória-
dc.date.accessioned2026-07-16T12:30:39Z-
dc.date.available2026-07-16T12:30:39Z-
dc.date.issued2026-07-09-
dc.identifier.citationFeitoza, Lucas Rafael Dória. Shingeki no Kyojin : a música de abertura como elemento narrativo - análise de afetos e paisagens sonoras. São Cristóvão, 2026. Monografia (licenciatura em Música) – Departamento de Música, Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25565-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectMúsicapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectShingeki no Kyojin (Anime)por
dc.subjectMúsica (Trilha sonora)por
dc.subjectAnisong (Gênero musical japonês)por
dc.subjectPaisagem sonorapor
dc.titleShingeki no Kyojin : a música de abertura como elemento narrativo - análise de afetos e paisagens sonoraspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Andrade, Frederico Cunha-
dc.description.resumoEste trabalho investiga como as músicas de abertura do anime Shingeki no Kyojin (2013-2023) influenciam a percepção da narrativa, atuando como dispositivos que antecipam, comentam e ressignificam os eventos de cada arco temporal. O objeto de análise compreende as sete aberturas do anime, organizadas em três arcos narrativos: Arco I (militarismo e conquista), Arco II (ruptura e luto) e Arco III (niilismo e colapso). A metodologia articula dois referenciais teóricos: o conceito de produção de afetos (PENHA, 2019), que relaciona parâmetros musicais – andamento, modo, timbre, textura, dinâmica – à geração de afetos-sentimentos no ouvinte; e o conceito de paisagem sonora (SCHAFER, 1997), que analisa o ambiente acústico evocado pela música. Os resultados indicam que: no Arco I, andamentos acelerados, texturas maximalistas e timbres marciais produzem afetos de bravura, urgência e sacrifício, construindo a paisagem sonora do campo de batalha épico; no Arco II, a balada introduz andamento lento e textura leve, gerando afetos de vulnerabilidade e luto, com paisagem de introspecção, posteriormente retornando ao estilo sinfônico corrompido pela melancolia; no Arco III, as músicas empregam ruídos e distorções, produzindo afetos de angústia, paranoia e fúria niilista, com paisagens sonoras de colapso e apocalipse industrial. Conclui-se que as aberturas de Shingeki no Kyojin funcionam como dispositivos narrativos autônomos, cuja transformação musical espelha a trajetória do protagonista de vítima traumatizada a herói ambivalente e, finalmente, vilão genocida. A mudança de gênero musical, andamento e harmonia ao longo dos arcos não é aleatória, mas responde diretamente à evolução narrativa, validando a tese de que a música, nesse contexto, não é ornamento, mas elemento central da construção de sentido.pt_BR
dc.publisher.departmentDMU - Departamento de Música – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::MUSICA::INSTRUMENTACAO MUSICALpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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