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dc.contributor.authorSantos, Mizael Nunes-
dc.date.accessioned2026-08-28T11:29:33Z-
dc.date.available2026-08-28T11:29:33Z-
dc.date.issued2026-06-24-
dc.identifier.citationSantos, Mizael Nunes. China e Nigéria : análise do desenvolvimento histórico da cooperação entre as nações (1993–2016) e os desafios para a construção de um projeto nigeriano de desenvolvimento autônomo. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Relações Internacionais) – Departamento de Relações Internacionais, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25928-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectRelações internacionaispor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectChina (Nigéria)por
dc.subjectComércio exteriorpor
dc.subjectDesequilíbrios econômicopor
dc.subjectDependência econômicapor
dc.subjectAutonomiapor
dc.subjectCooperação econômica bilateralpor
dc.titleChina e Nigéria : análise do desenvolvimento histórico da cooperação entre as nações (1993–2016) e os desafios para a construção de um projeto nigeriano de desenvolvimento autônomopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Franco, Thiago Fernandes-
dc.description.resumoEste trabalho analisa, a partir da perspectiva crítica do neocolonialismo de Kwame Nkrumah, o desenvolvimento histórico da cooperação econômica bilateral entre China e Nigéria no período de 1993 a 2016, problematizando como a divisão internacional do trabalho pode perpetuar a dependência econômica e limitar benefícios efetivos da cooperação Sul–Sul. O objetivo é avaliar as perspectivas e os limites dessa parceria, ao verificar em que medida ela contribui para um projeto nigeriano de desenvolvimento autônomo ou reproduz assimetrias estruturais. O método dedutivo e o estudo de caso explanatório indicam que o trabalho parte de um referencial teórico para analisar o caso China–Nigéria (1993–2016), aplicando conceitos a um recorte empírico específico e descrevendo suas dinâmicas. A interpretação articula Nkrumah, como chave para compreender mecanismos indiretos de dominação econômica e Gerson Moura, para tratar dos limites estruturais e das margens de autonomia, sobretudo por meio da noção de autonomia relativa. A conclusão indica que, apesar da retórica de benefício mútuo, a relação apresenta desequilíbrios, pois a China predomina nas exportações de manufaturados e em investimentos estratégicos, enquanto a Nigéria permanece associada à exportação de matérias-primas, sustentando uma posição dependente.pt_BR
dc.publisher.departmentDRI - Departamento de Relações Internacionaispt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONAL::RELACOES I?INTERNACIONAIS, BILATERAIS E MULTILATERAISpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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