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dc.contributor.authorNascimento, Ellen Danielly Andrade do-
dc.date.accessioned2026-08-28T13:20:33Z-
dc.date.available2026-08-28T13:20:33Z-
dc.date.issued2026-07-28-
dc.identifier.citationNascimento, Ellen Danielly Andrade do. Maropitant como adjuvante analgésico. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Medicina Veterinária) – Departamento de Medicina Veterinária, Centro de Ciências Agrárias Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25938-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectMedicina veterináriapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectCirurga animalpor
dc.subjectMaropitantpor
dc.subjectAnestesiologia animalpor
dc.subjectDor visceral (Analgésicos)por
dc.subjectAnimais de pequeno porte (Cães, Gatos)por
dc.subjectReceptor de neurocinina 1 (NK1)por
dc.subjectSubstância P (SP)por
dc.titleMaropitant como adjuvante analgésicopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Rocha, Leandro Branco-
dc.description.resumoA dor representa um importante desafio na medicina veterinária, por comprometer o bem-estar animal e exigir estratégias eficazes de prevenção e controle. Nesse contexto, a analgesia multimodal constitui a principal abordagem para o manejo da dor, por associar fármacos com diferentes mecanismos de ação, potencializando a analgesia e reduzindo efeitos adversos. O maropitant, inicialmente desenvolvido como antiemético por atuar como antagonista dos receptores de neurocinina-1 (NK1), tem despertado interesse devido ao possível efeito analgésico decorrente do bloqueio da substância P, neurotransmissor amplamente envolvido na transmissão nociceptiva, especialmente na dor visceral. Além da eficácia consolidada na prevenção da êmese, estudos recentes têm investigado o potencial do maropitant como adjuvante analgésico. De forma geral, os trabalhos avaliados demonstram redução da intensidade da dor pós-operatória, menor necessidade de analgesia de resgate e diminuição da concentração alveolar mínima de anestésicos inalatórios em cães e gatos submetidos a diferentes procedimentos cirúrgicos. Entretanto, os estudos disponíveis apresentam diferenças quanto aos protocolos anestésicos, doses, vias de administração, espécies avaliadas, número de animais e métodos de avaliação da dor, fatores que dificultam a padronização dos resultados. Embora as evidências indiquem potencial efeito analgésico do maropitant, principalmente na nocicepção visceral, ainda são necessários novos estudos para estabelecer protocolos padronizados que permitam definir com maior precisão sua eficácia e sua aplicação na analgesia multimodal em medicina veterinária.pt_BR
dc.publisher.departmentDMV - Departamento de Medicina Veterinária – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::CLINICA E CIRURGIA ANIMAL::ANESTESIOLOGIA ANIMALpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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