Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26144Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Silva, Guilherme Henrique da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-18T19:45:06Z | - |
| dc.date.available | 2026-09-18T19:45:06Z | - |
| dc.date.issued | 2026-07-10 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Guilherme Henrique da. Entre vida e morte da disciplina de História: onde está o/a professor/a de História no Ensino Médio?. 2026. 338 f. Tese (Doutorado em Educação) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26144 | - |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.subject | Educação | por |
| dc.subject | Ensino de história | por |
| dc.subject | Ensino médio | por |
| dc.subject | Professores de história | por |
| dc.subject | Educação e Estado | por |
| dc.subject | Professoralidade | por |
| dc.subject | Novo Ensino Médio | por |
| dc.subject | Políticas educacionais | por |
| dc.title | Entre vida e morte da disciplina de História: onde está o/a professor/a de História no Ensino Médio? | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Lucini, Marizete | - |
| dc.description.resumo | Entre vida e morte da disciplina de História, onde está o/a professor/a de História no Novo Ensino Médio? Esta é a pergunta que faz esta tese nascer e que mobiliza toda a arquitetura desta investigação. O objetivo central é compreender a localização existencial, política e pedagógica do docente de História diante do cenário de interdição imposto pela Lei n. 13.415/2017, que reestruturou o Ensino Médio brasileiro até o ano 2024. Esta pesquisa é tributária de inquietações gestadas no mestrado (2020-2022), período em que, através de uma experiência docente em escola de Educação Básica, se evidenciou a persistência de uma narrativa histórica única – eurocêntrica, branca e patriarcal – que opera pelo silenciamento de memórias dissidentes no Ensino de História. Em 2017, com a ascensão de uma reforma de viés tecnicista e neoliberal, a disciplina de História viu-se imersa em uma nova tormenta, assemelhada ao processo de conversão em "estudos sociais" ocorrido na ditadura civil-militar. Metodologicamente, a investigação ancora-se na pesquisa narrativa, fundamentada na perspectiva benjaminiana de que a narrativa é a escritura da experiência e o compartilhamento de saberes que resistem ao tempo. A geração de dados deu-se por meio de análise documental, revisão bibliográfica e, fundamentalmente, pela realização de diálogos com nove colaboradores/as das redes estaduais de ensino de Alagoas, Bahia e Sergipe. A postura teórico-prática é guiada pela decolonialidade, compreendendo, sob as lentes de Catherine Walsh, que o enfrentamento aos padrões de poder exige a ativação de "pedagogias de luta" e estratégias de transgressão que subvertam a lógica dominante de Abya Yala. Os resultados da investigação constroem a evidência de que o/a professor/a de História não ocupa uma posição de passividade ou silenciamento absoluto; ao contrário, situa-se no cerne de uma presença em disputa. A resposta à pergunta central desta tese reside na identificação de uma resistência epistemológica que se manifesta nas fendas e dobras do cotidiano escolar. O trabalho alcança as considerações finais, intituladas "Fiar o tempo, tecer a memória: os/as professores/as como agentes de resistência epistemológica", demonstrando que, contra a tentativa de morte da disciplina, o docente reexiste através da infidelidade normativa. O professor de História está, portanto, no exercício de um artesanato pedagógico que subverte o relógio institucional para salvar a consciência histórica, transformando a peleja individual em um movimento coletivo de defesa da democracia e da pluralidade de memórias. A tese conclui-se com o registro do lastro humano desses nove diálogos, reafirmando a docência como um sopro de reexistência que a reforma não logrou apagar. | pt_BR |
| dc.publisher.program | Pós-Graduação em Educação | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO | pt_BR |
| dc.publisher.initials | Universidade Federal de Sergipe (UFS) | pt_BR |
| dc.description.local | São Cristóvão | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Doutorado em Educação | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| GUILHERME_HENRIQUE_SILVA.pdf | 3,93 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.
