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dc.contributor.authorBarnabé, Nicoly Emanuela Santos-
dc.date.accessioned2026-10-01T12:27:31Z-
dc.date.available2026-10-01T12:27:31Z-
dc.date.issued2026-08-13-
dc.identifier.citationBERNABÉ, Nicoly Emanuela Santos. Os desafios para o reconhecimento das intelectuais negras no ensino superior nordestino : barreiras simbólicas, estruturais e estratégias de resistência. São Cristóvão, 2025. Monografia (graduação em Ciências Sociais) – Departamento de Ciências Sociais, Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26183-
dc.description.abstractThis study examined the challenges faced by Black women in Brazilian higher education regarding the recognition of their intellectual contributions, analyzing the symbolic and structural barriers that perpetuate their academic marginalization. Drawing on the theoretical framework of Black intellectuals such as Lélia Gonzalez, Neusa Souza, Sueli Carneiro, and Cida Bento, the study examines how racism and sexism intertwine to limit these women’s access to, retention in, and legitimization within the university. Intersectionality (race, gender, and class) and “escrevivência” (a concept coined by Conceição Evaristo) are central axes for understanding the strategies of resistance adopted by these intellectuals in spaces that are hegemonicly white and male. Methodologically, the research combines qualitative analysis (semi-structured interviews with Black undergraduate and graduate students, faculty members, and alumni) and quantitative analysis (data on representation collected through questionnaires). Some of the results indicate that the delegitimization of non-Eurocentric knowledge, racial stereotyping, and material precariousness are recurring obstacles, but that academic collectives, support networks, and insurgent methodologies (such as autoethnography) have been fundamental in challenging these forms of exclusion. This research contributes to decolonial studies and the sociology of education by highlighting how epistemicide operates in the university setting, and by proposing reflections on equity policies that go beyond access and ensure the effective recognition of Black women’s intellectual contributions.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectCiências sociaispor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectMulheres negraspor
dc.subjectEnsino superiorpor
dc.subjectBranquitudepor
dc.subjectDispositivo de racialidadepor
dc.subjectEscrevivênciapor
dc.subjectBlack womeneng
dc.subjectHigher educationeng
dc.subjectWhitenesseng
dc.subjectRaciality apparatuseng
dc.subjectWriting as resistanceeng
dc.titleOs desafios para o reconhecimento das intelectuais negras no ensino superior nordestino : barreiras simbólicas, estruturais e estratégias de resistênciapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, Ivan Fontes-
dc.description.resumoEsta pesquisa investigou os desafios enfrentados por mulheres negras no ensino superior brasileiro para o reconhecimento de sua produção intelectual, analisando as barreiras simbólicas e estruturais que perpetuam sua marginalização acadêmica. Partindo do referencial teórico de intelectuais negras, como Lélia Gonzalez, Neusa Souza, Sueli Carneiro e Cida Bento, o estudo examina como o racismo e o sexismo se entrelaçam para limitar o acesso, a permanência e a legitimação dessas mulheres na universidade. A interseccionalidade (raça, gênero e classe) e a escrevivência (conceito cunhado por Conceição Evaristo) são eixos centrais para compreender as estratégias de resistência adotadas por essas intelectuais em espaços hegemonicamente brancos e masculinos. Metodologicamente, a pesquisa combina análise qualitativa (entrevistas semi estruturadas com graduandas, pós-graduandas, docentes e egressas negras) e quantitativa (dados sobre representatividade coletados a partir de questionários). Parte dos resultados indicam que a deslegitimação de saberes não eurocêntricos, a estereotipia racial e a precarização material são obstáculos recorrentes, mas que coletivos acadêmicos, redes de apoio e metodologias insurgentes (como a autoetnografia) têm sido fundamentais para contestar essas exclusões. A pesquisa contribui para os estudos decoloniais e para a sociologia da educação ao evidenciar como o epistemicídio opera no ambiente universitário, propondo reflexões sobre políticas de equidade que ultrapassem o acesso e garantam a valorização efetiva da intelectualidade negra feminina.pt_BR
dc.publisher.departmentDCS - Departamento de Ciências Sociais – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqOUTROS::CIENCIAS SOCIAISpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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