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dc.contributor.authorRekowsky, Belgrano Santiago dos Santos-
dc.date.accessioned2018-08-31T12:16:25Z-
dc.date.available2018-08-31T12:16:25Z-
dc.date.issued2017-05-12-
dc.identifier.citationREKOWSKY, Belgrano Santiago dos Santos. Transmissão vertical de arbovírus em populações de campo de Aedes aegypti da cidade de Laranjeiras, Sergipe, Brasil. Monografia (Bacharelado em Biologia) - Departamento de Biologia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/8823-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectBiologiapor
dc.subjectEnsino de biologiapor
dc.subjectAedes aegyptipor
dc.subjectLaranjeiras (SE)por
dc.subjectDenguepor
dc.subjectZikapor
dc.subjectMosquitospor
dc.subjectEpidemiaspor
dc.subjectSaúde públicapor
dc.titleTransmissão vertical de arbovírus em populações de campo de Aedes aegypti da cidade de Laranjeiras, Sergipe, Brasilpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Roseli La Corte dos-
dc.description.resumomosquito Aedes aegypti é o principal vetor responsável pela transmissão de diversos arbovírus como os vírus da dengue (DENV), zika (ZIKV), chikungunya e febre amarela. Estas doenças registram milhões de casos notificados anualmente no mundo todo. Devido a sua área de ocorrência, estima-se que mais de um terço da população mundial está passível de contato com este mosquito. A fêmea de Ae. aegypti é capaz de transmitir estes vírus verticalmente para sua prole na natureza, seja após infectarse através do repasto sanguíneo em hospedeiro portando o vírus, ou mediante infecção artificial em experimentos conduzidos em laboratório. Esse mecanismo de transmissão apresenta significado epidemiológico, considerando a capacidade de resistência à dessecação dos ovos de Ae. aegypti e ressalta a importância do controle das formas imaturas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência da transmissão vertical dos arbovírus da dengue e zika em populações de Ae. aegypti provenientes da cidade de Laranjeiras, Sergipe. Foram instaladas ovitrampas para obtenção de ovos do mosquito e manutenção de colônia em insetário, onde foram criadas duas gerações, para posterior realização de testes moleculares. Após as etapas de extração de RNA e confecção de cDNA, as amostras foram submetidas à PCR, visando a detecção dos arbovírus. Das amostras testadas para os arbovírus nenhuma apresentou resultado positivo para detecção de dengue e zika.pt_BR
dc.publisher.departmentDBI - Departamento de Biologia – São Cristóvão – Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIA::BIOLOGIA E FISIOLOGIA DOS MICROORGANISMOS::VIROLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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