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Tipo de Documento: Monografia
Título: Ectoparasitas de morcegos (Mammalia : Chiroptera) em fragmento de Mata Atlântica, Sergipe
Autor(es): Bezerra, Rayanna Hellem Santos
Data do documento: 25-Out-2015
Orientador: Bocchiglieri, Adriana
Resumo: sim como outros animais, os morcegos podem abrigar numerosas populações de parasitos como ácaros, dípteros e carrapatos. Dentre os dípteros, Streblidae e Nycteribiidae englobam organismos hematófagos exclusivos de morcegos parasitando espécies das famílias Phyllostomidae e Vespertilionidae. Esse trabalho teve como objetivo caracterizar a comunidade de ectoparasitas associada a quirópteros no Parque Nacional Serra de Itabaiana (PNSI) e Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco (RVSMJ), em Sergipe. As campanhas de campo foram realizadas mensalmente, durante duas noites consecutivas, entre janeiro/2013 e junho/2013 no PNSI e novembro/2013 e junho/2015 no RVSMJ, onde foram dispostas 10 redes de neblina no interior da mata. Para as espécies de morcegos mais capturadas determinou-se a taxa de prevalência, intensidade e abundância média de infestação e índice de especificidade. Verificou-se a influência do sexo do hospedeiro e da sazonalidade na prevalência, através do qui-quadrado, e na intensidade média pelo testeT no BioEstat 5.3. No PNSI, os morcegos parasitados pertencem à família Phyllostomidae (N=28; S=5) e os parasitas pertencem à família Streblidae (N=129; S=7). O parasita mais abundante foi Trichobius costalimai(61,24%). O hospedeiro Phyllostomus discolorfoi a única espécie que apresentou infracomunidades. Para o índice de especificidade apenas a associação Carollia perspicillata e T. joblingi apresentou valor inferior a 100%. As taxas de prevalência obtidas para C. perspicillata e P. discolor foram inferiores às encontradas em outros estados, evidenciando um menor índice de morcegos parasitados na área. No RVSMJ os morcegos parasitados pertencem às famílias Phyllostomidae (N=98; S=10) e Vespertilionidae (N=2; S=1). Os ectoparasitas correspondem à ordem Acari (N=72) e às famílias Nycteribiidae (N=15) e Streblidae (N=209; S=15). O parasita mais abundante foi Trichobius joblingi (37,16%). Dos morcegos parasitados, 30% dos indivíduos apresentaram formação de infracomunidades. Em relação ao índice de especificidade, o maior valor foi para a associação C. perspicillata e Speiseria ambígua.
Palavras-chave: Ecologia
Mata Atlântica
Morcegos
Diptera
área CNPQ: CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA::ECOLOGIA APLICADA
Idioma: por
Sigla da Instituição: Universidade Federal de Sergipe
Departamento: DECO - Departamento de Ecologia – São Cristóvão - Presencial
Citação: BEZERRA, Rayanna Hellem Santos. Ectoparasitas de morcegos (Mammalia : Chiroptera) em fragmento de Mata Atlântica, Sergipe. 2015. 1 CD-ROM Monografia (Bacharelado em Ecologia) - Departamento de Ecologia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2015.
URI: https://ri.ufs.br/handle/riufs/6860
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